Mini abóbora recheada com cebola e queijo brie

Primeira vez que como mini abóboras. Estas que comprei estavam bem doces, me inspiraram a pensar em várias alternativas de recheios. Foi facílimo de montar esse prato, achei muito bonito e quase nem sujei louça para fazer – minha preguiça agradeceu. 

2 mini abóboras
120g de queijo brie
80g de ricota
1/2 cebola picada e refogada
2 colheres de sopa de salsa picada
sal, noz moscada e pimenta a gosto

Lave as mini abóboras. Corte uma tampa em cada uma delas (guarde essas tampas para depois) e retire as sementes que existem no interior. Em uma frigideira, coloque meio centímetro de água e quando estiver fervendo, coloque as abóboras viradas com a boca para baixo para pré cozinhar por 10min. Retire da água e por dentro da abóbora tempere as paredes com sal e noz moscada. Reserve. Para o recheio, em um prato, esfarele a ricota e o queijo brie. Adicione a salsa, a cebola, a pimenta e novamente o sal (cuide para não salgar demais, afinal já foi colocado sal diretamente da abóbora).  Misture bem. Agora divida esta pasta em duas porções e recheie cada abóbora. Deixe essa mistura bem prensada dentro das abóboras. Cubra com um pouco de parmesão, tampe-as com suas respectivas tampas e leve ao forno médio/alto por aproximadamente 45min ou até que elas estejam bem macias e cozidas. Si degusti!

Frango crocante sem fritura

Até que peguei leve na pimenta por conta do Pequeno – que não gosta muito – mas se puder, exagere!

Inspirada no murgh chili  do livro A cozinha indiana (coleção Cozinha das famílias), acabei fazendo estes filezinhos de frango. Na verdade, eles passam longe de ser uma comida indiana, os principais temperos não tenho em casa e sinceramente, nem sei se encontro todos aqui em Caxias, o que é uma pena. Mas o resultado ficou muito bom! 

700g de peito de frango cortado em pedaços pequenos
4 dentes de alho picados
um punhado de salsa picada
sal, pimenta preta, pimenta calabresa e cominho a gosto
4 colheres de sopa de azeite de oliva temperado com sálvia (ou use azeite puro e 3 folhas de sálvia fresca)
suco de um limão
farinha de rosca para empanar

Misturar todos ingredientes e deixar marinar na geladeira por no mínimo uma hora. Se puder deixe mais tempo, a receita original pedia três horas. Ao passar metade deste tempo, mexa a marinada para que os pedaços de carne que ficaram por cima, agora fiquem embaixo – junto ao caldo de temperos – pegando sabor por igual. Passado o tempo, retire da geladeira, e passe cada pedaço de frango pela farinha de rosca. Disponha eles em uma forma untada com um pouco de azeite. Leve ao forno médio pré aquecido e asse até que fiquem dourados e macios por dentro. Sugestão: esse frango cairia bem com uma maionese caseira temperada, se tiver alguma receita … use-a. Si degusti!

Comida de Rei

Já faz um tempo que fiz essa receita e tinha deixado de lado para postar depois. Fiz ela em uma tarde de fim de semana, com a vontade de comer algo diferente. Quando isso acontece começo a folhear todos os livros de culinária que tenho e não tem como não tirar uma receita para por em prática em seguida. 


Essa saiu de mais um livro da Nigella – Nigella Bites – mas a receita não é dela. Ela tirou do livro Are you hungry tonight? que são pratos favoritos do Elvis Presley. O que chamou minha atenção na hora. 


Confesso que achei o resultado gorduroso, mas nem por isso ficou ruim. Pelo contrário, achei muito bom! Mas fica a dica de comer apenas verduras e frutas no dia em que resolver fazer esse sanduíche, ao menos para tentar equilibrar. 


1 banana pequena bem madura
2 fatias de pão de forma
2 colheres de sopa rasas de manteiga de amendoim
2 colheres de sopa de manteiga


Amasse ou corte as bananas em tiras. Passe a manteiga de amendoim nas fatias de pão e cubra com a banana. Junte as duas fatias e amasse as laterais do pão com as pontas dos dedos para selar um pouco o sanduíche. Frite na manteiga, deixando os dois lados dourados. Si degusti!

Farfalle ao molho de nata e sálvia

Nesse final de semana, resolvi fazer a receita italiana do molho de manteiga com sálvia, mas troquei a manteiga por nata – que era o que tinha em casa – e adicionei alguns temperos a mais. 

Lembrei de coisas interessantes sobre esta erva, que li nos livros da Rosy. Conforme ela conta, a sálvia é originária do Mediterrâneo e  seu nome latino significa “salvar”. Povos muito antigos diziam que um homem não precisaria pensar na morte se tivesse no jardim um pé de sálvia. Associavam a planta a longevidade e até a imortalidade. 

Não sei se ganhei pontos extras de vida, talvez a menos se considerar o teor de gordura da nata. O que posso afirmar, é que a massa ficou realmente muito boa!

Massa:
3 xícaras de chá de massa tipo farfalle (borboleta)
água e sal para cozimento

Molho:
12 folhas pequenas de sálvia
3 colheres de sopa bem cheias de nata (ou manteiga)
1 dente de alho
sal, pimenta e noz moscada a gosto

Coloque a água da massa para ferver. Quando estiver quase fervendo, comece a fazer o molho. No fundo de outra panela, friccione o dente de alho e descarte-o.  Em fogo baixo, adicione a nata, a sálvia, o sal, a pimenta e a noz moscada. Quando começar a ferver retire do fogo e reserve. O molho vai descansar enquanto cozinha a massa, assim a nata vai absorver mais o gosto da sálvia. Cozinhe a massa em água salgada. Quando pronta, misturar ao molho e servir. Esta receita serve duas porções médias ou uma porção generosa para gulosos. Si degusti!    

Massas que não crescem

Final de semana passado fui novamente viajar e resolvi levar mais uma vez a cuca caracol no banco de trás do carro. Estava louca para testar um recheio novo: doce de leite, chocolate branco e nozes. 

19h de sexta, sozinha em casa, ao som de Beatles e Cinderella iniciei a obra. Mistura isso, mistura aquilo e pronto, era só crescer a massa, abrir com o rolo, rechear e assar. Em no máximo 1h estaria no forno. Abandonei a cozinha, me sentei na frente do computador, abri as letras das músicas na tela, comecei a cantar desastrosamente o que ouvia e cheguei a dançar sozinha por poucos minutos – o suficiente para rir de mim mesma e voltar a sentar.

Lembrei que a massa já deveria ter crescido um bocado e voltei para a cozinha. Para minha surpresa, ela estava exatamente do mesmo tamanho que a deixei. Sovei mais um pouco e nada, estava imóvel! Comecei a me preocupar de verdade, tinha que levar a cuca na manhã seguinte, não tinha ingredientes e nem tempo para fazer uma nova. O que fiz de errado?! Esqueci algum ingrediente?! O que faltava?! E a resposta era: CALOR, faltava calor! Caxias estava com apenas 8ºC e acredito que dentro do meu apartamento estivesse menos que isso, é realmente muito frio aqui. 

Corri para a internet e achei bilhões de dicas. Uma delas era aquecer o forno e com ele morno e desligado, deixar a massa repousar ali dentro. Resolvi fazer isso e ainda dividi meu bloco de massa em 4 blocos menores para facilitar a chegada do calor ao centro da massa. Resolvido o problema! O que era para crescer em 40min, levou 2 horas, mas cresceu!

Ironicamente, depois de todo esse tempo, percebi que não tinha descascado as nozes para o recheio e mais ironicamente ainda, faltou luz! A luz de velas, descasquei calmamente as nozes, a massa cresceu ainda mais, abri ela e distribui o recheio. Nisso já eram quase 22h … cansei, mas valeu a experiência. 

Se a cuca ficou boa ? Sim, mas o chocolate branco foi desperdício, nem senti o gosto em meio a quantidade de doce de leite que coloquei. Por não ter a nata, a cuca ficou mais seca e por esse motivo – mesmo tendo ficado bem gostosa – fico com a primeira versão

Salada de atum

Típica salada “não tem nada em casa, deixa eu ver o que posso fazer em 5 minutos”. Junta uma coisa ali, outra aqui e pronto: refeição completa.  

1/2 lata de milho
1/2 lata de atum
um punhado de champignon picado
um punhado de salsa picada
4 colheres de sopa de parmesão ralado
1/3 de uma cebola pequena picada
1 xícara de chá de batata palha
pimenta e azeite de oliva a gosto
molho shoyu

Misture todos ingredientes, menos o shoyu. Deixe por último a batata palha para manter a crocância. É bom ir adicionando o shoyu aos poucos, conforme come, para a batata não murchar. Si degusti!

Doce de abóbora

Nada contra o refinado, mas como cai bem um bom doce caseiro …

500g de abóbora (sem casca) picada em cubos  
300ml de água
2 xícaras de açúcar
4 cravos da índia

Coloque os cubos de abóbora em uma panela, cubra com água, adicione os cravos e despeje o açúcar sobre os cubos. Não mexa, deixe o açúcar sobre os pedaços. Ferva com a tampa semi aberta por uns 25min ou até que perceba que as abóboras estão macias. Sirva gelado acompanhado de creme de leite. Si degusti!