Bifinhos de queijo do Jamie


Pós natal, pré fim de ano e de férias, igual à … tempo livre. Principalmente se estiver longe de casa, longe das atividades acumuladas durante o ano – que costumo colocar em dia normalmente nessa época. Logo, lá estava eu na casa de minha mãe, quando novamente decidi fazer os “bifinhos de queijo do Jamie”, que ele chama de ricotta fritta em seu livro – que adoro – Jamie Oliver – a Itália de Jamie.

Na receita original ele usa apenas ricota, na minha adicionei também uma porção de queijo minas. Não sei ao certo porque resolvi acrescentar o dito cujo. Acho que quando fiz a primeira vez, imaginei que ficaria mais gostoso, pensei que ficaria mais próximo a um bife de queijo literalmente, e realmente ficou muito bom. Outro diferencial: o azeite para acompanhar. No livro ele sugere um azeite de oliva apimentado para regar e eu faço um azeite com temperos verdes: 

350g de ricota
200g de queijo minas
50g de queijo parmesão
2 colheres de sopa de farinha de trigo
1 ovo
sal e pimenta à gosto

Esfarele a ricota e o queijo minas com as mãos, adicione os demais ingredientes e misture bem. Aqueça bem a frigideira antiaderente mais larga que tiver em casa e regue com um fio de azeite apenas para ajudar a não grudar. Agora, de uma forma nada uniforme, faça pequenas bolinhas achatadas e vá distribuindo na frigideira. Em questão de minutos, estará pronto. 

Para o azeite, utilizei 300ml de azeite de oliva, um bom punhado de salsinha, cebolinha, 2 folhas pequenas de sálvia e 2 dentes de alho. Tudo no liquidificador e pronto, mais uma etapa concluída. Se puder, faça isso um dia antes, assim terá mais tempo para o azeite absorver os sabores dos temperos, mas se não puder, sem problemas. Com os bifes já prontos e em seu prato, cubra-os com esse azeite temperado à gosto. Si degusti!


Gruta Nossa Sra de Lourdes



Neste final de semana fomos conhecer a Gruta Nossa Senhora de Lourdes na Estrada do Imigrante, aqui em Caxias. Suei pra caramba na hora de subir os 150 degraus encrostados nas pedras, mas pesquisando algo a respeito do local pra esse post, fiquei aliviada em saber, que quando foi autorizado a “virar igreja”, todos desciam de cordas ao local pra fazer as trilhas e a escadaria que hoje possui, inclusive os padres. Para fins de curiosidade, ela existe desde 1949.
Na mochila, água, chimarrão e rapaduras de amendoim. Analisando agora, o lanche não combinou nada com o passeio. Se justifica, estava esperando algo mais  “piquenique” do que “aventurazinha”. Talvez devesse ter trocado o chimarrão por mais dois litros de água gelada, e as rapaduras por frutas, mas no fim … todo mundo comeu e bebeu do mesmo jeito. 

As rapaduras nem merecem uma receita formal de tão simples, não são nada além de um pacote de amendoim cozido e bolachas tipo maria triturados, mais leite condensado. Se tiver uma amiga como eu tenho, que tritura e mistura tudo enquanto você faz outras coisas, fica mais fácil ainda. 


Obrigado


Consegui minha máquina!!!
“Conseguir” na verdade não é o termo correto. “Ganhei” do Papai Noel – minha mãe e meu pequeno, então … obrigada a vocês por tornarem este pequeno blog possível.